domingo, 18 de março de 2018

Aviso aos leitores do blog! 2.0

          Vocês devem ter notado que o blog está mais morto que uma múmia, porém venho lhes informar do motivo dessa morte de nosso blog (já é a segunda vez que isso acontece). O problema que causou isso foi que eu (Gabriel Sobreira - Vulgo ETEZINHO) não tenho dito cabeça literalmente para isso, ou seja, eu tenho dito crises de ansiedade e ataque de pânico e Escoliose, mas não se desesperem! Eu estou me cuidando para melhorar e voltar para vocês.
          Outro motivo para a morte do blog é que eu tenho focado no meu futuro, eu tenho assistido aulas em um curso de Roteiro de Cinema (e não, roteiro não é uma coisa simples de nível pegar um papel e sair escrevendo o que vêm na mente) e tenho focado em projetos de Stop-Motion com Action Figures e talvez farei HQs com fotos das minhas miniaturas.
          Enquanto o blog não volta à vida e nem a minha pessoa, eu ainda darei suporte para os autores do "Assassin's Creed Blog BR", para o canal de meu amigo Leonardo "Gamers em Debate" e ainda postarei nas seguintes páginas: "Videogames: História e Cultura" e "Clã dos Predadores". Claro que além dessas páginas eu focarei no meu canal de Stop-Motion que ainda está no começo e bem simples e que aos poucos eu melhorarei as técnicas.



Canal / Página mencionado anteriormente:
          O canal se chama Stop-Motion Show.
  • Página no Facebook: Link.
  • Canal no Youtube: Link.



          Agradeço a todos que apoiaram o blog e aos autores que participaram do blog e canal da Masyaf News.


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

[RUMOR] Assassin's Creed na Dinastia Chinesa?

  A um tempo atrás tinha rolado um rumor sobre um Assassin's Creed no Japão e que foi confirmado que era fake, agora foi publicado no The Codex um rumor de um novo game na Dinastia Chinesa. O rumor veio através do pessoal da PSU que publicou falando que um funcionário da Technicolor - que faz animações por lá - teria falado para o site tal informação.
  A Technicolor trabalhou em jogos como: FIFA, Resident Evil e nos Call of Duty.

  As Dinastias Chinesas ocorreram em várias Eras, irei citar somente os nomes e os anos em que elas ocorreram, para saber mais é só ir no link (C.L.T) no final da postagem. Uma dinastia ocorre quando reis e soberanos de uma mesma família "sentam" no trono, um logo após o outro [Informação pegada do dicionário].

As Dinastias foram:

  • Xia (XXI até XVII A.C).
  • Shang (XVII até XI A.C).
  • Zhou (XI até 256 A.C). 
  • Dinastia Qin (221 até 207 A.C). 
  • Han (206 A.C até 220). 
  • Período das Seis Dinastias (220 até 589). 
  • Sui (581 até 618), Tang (618 até 906). 
  • Período das Cinco Dinastias (907 até 960). 
  • Song (960 até 1279 D.C). 
  • Yuan (1279 até 1368). 
  • Ming (1368 até 1644). 
  • Qing (1644 até 1912)


  O único jogo que a gente teve na China foi na trilogia Chronicles, no qual os jogadores controlam a Shao Jun. Ela tinha aparecido na animação "Embers/Cinzas", a animação que mostra o Ezio mais velho.

Assassin's Creed Chronicles: China.


Fontes: The Codex (Facebook), PSU (Site) e China Link Trading (Site).
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[ATUALIZAÇÃO 02/02/2018]

*Assistam ao vídeo do canal da Ordem dos Assassinos Brasil falando sobre o rumor:

Assassin's Creed na China?

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

O que fez a história do Ezio ser a melhor?

  Antes de mais nada o texto pode conter spoilers e eu irei focar só no Assassin's Creed II e no Brotherhood, já que os dois se passam na mesma época, sendo que o Brotherhood começa onde o II terminou e irei focar só na estrutura do roteiro do EZIO. Quem sabe eu faça um do Desmond também. Veja abaixo como a "Jornada do Herói" se encaixa perfeitamente nos dois jogos, um seguido do outro, além dos dois roteiros estão com um equilíbrio emocional na vida do Ezio (momentos positivos e negativos/alegres e tristes):

Legenda do post: Em (parêntese) são momentos para descrever momentos negativos e positivos, além de sinalizar os momentos da Jornada do Herói (terá as etapas no final de cada jogo). Sublinhado vai ser para mostrar os passos da Jornada do Herói no roteiro do Ezio. E com um "*" são momentos bônus.

Assassin's Creed II:


Início do AC II.

 A história começa com o Ezio (1) vivendo a sua vida normal de jovem, aquela vida que é encrenqueiro e pegador, logo mais ele é (2) chamado para uma aventura - no qual é levar as cartas para os contatos do seu pai (momentos positivos). Em seguida ele é avisado por seu pai que há um manto em um local secreto na casa da sua família e que seu próprio pai e seus dois irmãos irão ser enforcados por causa de (3) uma conspiração (momentos negativos e na jornada do Herói se encaixa nos testes de aliados e inimigos).
  Quando ele não vê para onde ir, ele vai em busca de seu Tio Mário que o ensina a combater e fala sobre a guerra entre os Templários e Assassinos e o (4) convida para essa aventura, porém, Ezio (5) nega o chamado. O Tio avisa sobre (6) alguns conhecidos que podem ensiná-lo alguns truques de sobrevivência (encontro com os mentores).
  Ezio então resolve entrar finalmente para a Irmandade dos Assassinos e de certa forma (7) se torna membro de um novo mundo (a guerra entre os Templários e Assassinos). O motivo pelo qual no início ele queria vingança e que o forçou a estudar a Irmandade e se tornar um membro e logo mais um mentor da ordem. A partir daqui ele começou a fazer os testes de Assassino, (8) o teste no qual é eliminar alvos durante a sua jornada até chegar ao alvo final.
  Conforme o esperado, Ezio (9) chega ao seu objetivo que é confrontar o Grão-Mestre Templário (Rodrigo Bórgia) e é aqui que também se encaixa o momento da provação de valores do Ezio na Irmandade.
 *Em transição para o Brotherhood, Ezio volta para a vila dos Auditore para ter uma (1 BH) vida um pouco tranquila.

Partes explicadas sobre a Jornada do Herói introduzido no ACII:

  1. Mundo comum - A vida normal do Ezio.
  2. O chamado para a aventura.
  3. Aliados e Inimigos - O personagem tem que descobrir quem são os inimigos e os aliados.
  4. O chamado para a aventura.
  5. A negação do chamado - O personagem nega o chamado para a aventura louca.
  6. Encontro com o(s) mentor(es) - O personagem encontra vários outros personagens mais experientes nesse mundo da aventura louca (EX: LaVolpe).
  7. Entrando no mundo novo - O personagem finalmente decide entrar na aventura louca e que foi motivado por várias causas para se aventurar.
  8. O teste - O personagem passa por vários objetivos (assassinatos) até chegar ao seu ponto principal.
  9. Aproximação do objetivo - O personagem completa o teste e chega ao seu ponto principal, que é eliminar a causa de tudo.

Assassin's Creed - Brotherhood:


Início do Brotherhood

  No começo do Brotherhood, Ezio volta para a vila dos Auditore e começa novamente a ter (1) uma vida normal e faz tarefas simples como uma pessoa normal, como por exemplo: Carregar caixas e verificar armamentos (momento positivo). Até que a Irmandade discute sobre a falha que o Ezio teve no final do AC II, a falha que era do protagonista não ter assassinado o alvo principal e que eles correriam perigo por conta disso (momento negativo). Logo mais a vila é invadida por Cesare Bórgia e (2) mata Mário na frente de Ezio, além do vilão ter capturado a Maçã do Éden e que o personagem novamente se vê no mundo louco da guerra, no qual ele deve ir até em Roma terminar de uma vez por todas a influência dos Bórgias (momento negativo). 
  Em Roma ele re-encontra com os mentores anteriores (*6 na parte do AC II*) e (4) descobriu quem dava informações sobre a Ordem para os Bórgias, além de ter salvado a pele do LaVolpe por causa de uma acusação falsa (momento negativo). 
  Novamente aqui entra a parte dos (5) objetivos, no qual Ezio tem que assassinar alvos para chegar ao seu ponto principal (Cesare Bórgia). O nosso herói se aproxima do vilão e (6) o mata de uma vez por todas (ponto positivo). 
  Por último vêm o número (7) que é a finalização da história dos dois jogos, no qual ele é um novo homem, ou seja, ele se transformou em algo mais maduro para os Assassinos e que se transforma em um mentor.

Partes explicadas sobre a Jornada do Herói introduzido no AC Brotherhood:
  1. O caminho de volta - O herói volta para o ponto inicial (mundo comum, veja o número 1 da parte do Assassin's Creed II). 
  2. O chamado para a aventura - Ezio vê um motivo para ir para a nova aventura.
  3. Ele decide seguir a aventura - Ele parte para Roma e começa uma nova jornada.
  4. Aliados e Inimigos - Ele descobre quem realmente é aliado e inimigo na sua jornada.
  5. Teste - O personagem parte em busca de seus alvos.
  6. Provação máxima e conquista da recompensa - Ezio tem que ir em um campo de batalha sozinho para enfrentar Cesare e assim que o mata ele consegue a sua recompensa, sendo conhecido como a lenda que tirou a influência dos Bórgias na Itália.
  7. O retorno transformado - A história é finalizada e o personagem não é mais o mesmo desde o início da sua jornada.

  *Também teve os momentos de romance com a Rosa (positivos) no Assassin's Creed II e no Brotherhood teve aqueles Flashbacks que o Ezio teve com a Cristina morrendo (negativos).
  *Os momentos com o Leonardo também podem ser encaixados aqui, no Assassin's Creed II eles tiveram muitos momentos positivos e no Brotherhood eles tiveram tanto momentos positivos e tanto momentos negativos.

  Lembre-se que nem todos os jogos, filmes ou seriados seguem essas mesmas etapas que eu coloquei aqui. Grande parte podem começar na aventura, outros podem misturar as etapas e deixar mais equilibrado a história, ou simplesmente podem seguir todas as 12 etapas da Jornada do Herói.
  Também é importante lembrar que Ezio em ambos jogos tiveram muitos momentos tristes e alegres, o problema de colocar tudo nesse post é que ele vai ficar muito grande, além de ter momentos positivos dele que não é conveniente colocar no blog (por ser 18+) e não acho válido eu contar a história toda aqui, o objetivo do post realmente é fazer com que vocês vejam a profundidade da história dos dois jogos, como os dois jogos são nivelados em termos de emoção e como os passos da Jornada do Herói se encaixa perfeitamente em ambos jogos.

  A trilogia do Ezio é uma das melhores - se não, a melhor - história já feita no mundo de Assassin's Creed. E vocês, o que acham da história desse pombo mito?

Agradecimentos: Eduardo Baccarin que me ajudou a lembrar de alguns eventos dos dois jogos.

sábado, 27 de janeiro de 2018

É confirmado a opção de New Game+ no Origins

  Na comunidade do Assassin's Creed no Reddit foi confirmado pelo administrador da comunidade que nós sim teremos um New Game+ (Plus), no qual é um sistema muito usado em jogos de RPG. O sistema possibilita que o jogador comece um jogo novo com todos os itens do save anterior, além de possibilitar usar as habilidades desbloqueadas.
  Na minha opinião era isso que faltava no Origins e não só nele, mas nos últimos games da franquia (Unity e Syndicate).
  Quem mostrou a notícia foi o pessoal da Access The Animus no Facebook. Confiram o print deles abaixo e clicando no nome deles vocês irão diretamente para a página deles!

Administrador da comunidade: "O New Game+ está chegando. E nós teremos mais informações para compartilhar em breve!"
  Fiquem atentos para quaisquer novidades, nós da Masyaf News e da Assassin's Creed Blog Brasil iremos deixar vocês informados!

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O que sobrou de Prince of Persia na franquia do Assassin's Creed?

  Nesse post irei citar o que "sobrou" ou o que sobreviveu dessa franquia linda que era antes de a matarem com Assassin's Creed, eu sei, não é algo ruim, pois todos nós amamos demais AC, porém, PoP também era genial como o seu sucessor. Então confiram abaixo uma pequena lista do que sobreviveu da franquia:

1 - Parkour: Esse esporte foi o que mais sobreviveu ao longo dos anos, até porque ele é um dos elementos chaves da franquia Assassin's Creed. Sem ele o jogo não seria tão legal, a única coisa que não foi colocado na franquia foi a andada (quando ele corria de lado) que o Príncipe fazia na parede, o que foi mantido mesmo foi a escalada e os saltos.

2 - O combate: Sim, o combate é semelhante aos PoP de Playstation 2, no qual o jogador poderia atacar normalmente ou defender + contra-atacar.

3 - Roupa de Príncipe da Pérsia no Origins: Apesar de eu não concordar que seja a roupa do príncipe da trilogia de Playstation 2, outras pessoas falam que sim, mas de qualquer modo eu colocarei aqui como uma homenagem da franquia. LINK PARA A FOTO CLICANDO AQUI.

Especial: O primeiro jogo da franquia Assassin's Creed seria um jogo do Prince of Persia, o vídeo abaixo será mostrado com mais detalhes isso (tem algum post sobre isso em algum lugar desse blog, porém eu não achei).

Menção honrosa:
  Confiram o vídeo do canal "Ordem dos Assassinos Brasil" abaixo:

(SINOPSE) Livro Assassin's Creed: Unity

  O livro conta a estória de Élise de la Serre em forma de diário, quem lê o livro na verdade não somos nós (no universo da franquia) e sim o Arno Dorian e que de certa forma o livro também tem trechos do diário dele. Ele se passa obviamente durante os eventos do Assassin's Creed: Unity (Jogo) e também mostra do porque a Élise ser tão apresada e quase nem aparecer no game
  O romance tem 370 páginas com divisórias de capítulos e páginas que mostram de quem é o trecho do diário, como eu disse, tem dois diários no livro.

Data de lançamento oficial no Brasil: 2014.
Editora: Galera Record.
Loja para comprar em Português: Saraiva.
Escritor: Oliver Bowden.

Minha opinião:
  O livro começa bem chato, mas depois começa a ficar legal, mostrando como a Élise quer se tornar uma Templária e como ela é encrenqueira desde a sua infância, apesar de isso não mostrar muito no jogo (no game ela é amorzinho) e mostra como ele tem conflitos românticos com o Arno.
  Eu diria que o livro entra na minha estante com um rank mediano, não sendo muito bom e nem sendo muito ruim.

Capa do livro.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

(SPOILERS) Afinal, quem matou Julius Caesar no Origins?

  Esse evento ocorreu no final do game, no qual Os Ocultos arquitetaram um Assassinato contra o Julius e ocorreu em Roma durante um discurso do ditador. Para quem não sabe, Os Ocultos é o nome da irmandade dos Assassinos no Egito, no caso "proto-Assassins".
  Durante a cena, a Aya dá um golpe inicial em Julius e logo em seguida os membros dos Ocultos avançam e dão mais golpe, por último aparece ninguém mais e ninguém menos que Brutus - caso você não saiba quem é, ele é foi o portador daquela armadura e da adaga que o Ezio pega no Brotherhood - e que por fim, dá a última facada, matando-o.
  Quem participou do assassinato foram muitos, sendo eles: Os membros dos Ocultos que ainda não tiveram os nomes revelados, Aya (Amunet), Brutus e Gaius Cassius Longinus.

Pintura feita por: Vincenzo Camuccini em 1804-1805.

domingo, 5 de novembro de 2017

(OPINIÃO) Minha visão do Origins após o término dele

  Atenção! Esse artigo vai ter spoilers, onde terá Spoilers vai estar no final com a palavra destacado em vermelho e grande.

  A jogabilidade me atraiu bastante, por ter mudado o combate e não ter deixado como os anteriores, sempre é bom mudar a jogabilidade dos jogos. O sistema de esquiva ficou excelente e bem executado, foi bem útil durante minha jogatina.

  O combate foi uma coisa boa no meu ponto de vista, mesmo com alguns amigos falando de ser uma cópia do The Witcher ou de outros jogos, mas acho que não tem nada a ver, até porque tem muitos jogos que não tem um sistema único e sempre tem outros jogos semelhantes a eles, tipo os próprios RPGs de turno, todos eles são iguais nos meios de combate, você e os inimigos ficam parados, jogos de FPS é a mesma coisa, só muda uma coisa ou outra. Mas esse não é o ponto aqui, o que eu quero dizer é que ficou mais divertido desse jeito, aqui você praticamente ataca e defende na hora que achar necessário e ainda tem que ficar esperto, pois tem que tomar cuidado com os inimigos atrás de você e dos lados, nos outros você tinha mais que defender e contra-atacar e quando atacava, você fazia um combo que levava todo mundo toda vez que mirava e apertava o ataque para outro inimigo e sem contar que o contra-ataque matava na hora, nesse enquanto você bate em um, outros vêm te surrando até a morte e como eu disse: A esquiva foi bem útil na minha jogatina.

  A furtividade é essencial nesse game, não vale a pena sair invadindo as áreas dos inimigos e sair matando todo mundo, não tem graça fazer isso (só tem se você estiver pistolão no dia), até porque se fizer isso você vai se ferrar, vai começar a vir inimigos de toda a parte e vão te arrebentar todinho, a menos que você esteja em level alto e eles fraquinhos. Mas é bom ser stealth, você evita o combate e ainda tem chances de completar os objetivos mais rápido, mas é claro que vai ter hora que você vai precisar cair na porrada...então não tem muitas escolhas quando isso acontecer, mesmo que você fuja, vai ter inimigos que não vão morrer com a lâmina oculta, mesmo ela estando no máximo.

  A única coisa que me deixou um tanto pistola foi a falta de história com a personagem principal (Layla), a única história dela é com alguns files desnecessários dela.
  E como sempre a trilha sonora sempre foi boa, tendo uma pegada com a temática Egípcia e ainda teve as músicas culturais em alguns lugares, com dança e tudo mais!

Nota: 10/10.

Terminei o jogo no dia 04/11/2017 com:
  • 86%.
  • Level 40.
  • 60 horas.
  • 68% de habilidades desbloqueadas. 
  • 87% de pontos de sincronização visitados.
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Confiram os links abaixo:
Meu álbum no Facebook com algumas fotos do game que eu tirei durante a minha jogatina: Screenshots lindos e maravilhosos do Origins.
Canal do blog com algumas lives: Masyaf News.
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SPOILERS CASO VOCÊ JÁ TENHA TERMINADO O JOGO:

  A parte final foi bem épico, Brutus terminando o assassinato do César após a hidden bladezada que a Aya dá nele foi muito ****, isso até abre portas para uma DLC ou uma continuação com o Brutus sendo um Assassino. Caso vocês não saibam, ele é o dono daquela armadura e da adaga que o Ezio pega no Brotherhood.
  Em falar nisso, eu já sabia que a Aya seria a Amunet, eu já havia teorizado isso faz tempo (tempo = quando ela teve a sua primeira aparição em alguma notícia de AC e depois de várias pesquisas).
  Outra coisa a se destacar é a presença da menção indireta do Darius que a Aya dá quando ela se reencontra com o Bayek no meio do game, isso também abre alguma porta para uma possível aparição dele em algum jogo futuro ou DLC, já que algum ator colocou o currículo dele com o nome do Darius no meio, então dá a entender que ele pode aparecer mais em uma DLC mesmo.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dúvidas frequentes sobre o Origins

  Esse post é um compilado de perguntas frequentes que eu tenho visto em grupos de Assassin's Creed e irei responder de forma mais simplificada e mais explicada.

1 -) Minha barra de vida sumiu e só tem uma! O que aconteceu?

   É simples, você está usando um equipamento amaldiçoado, veja abaixo uma imagem de exemplo de uma:


2 -) Como que se doma os animais?

  Obviamente você terá que ter a habilidade, mas eu posso explicar melhor isso. Você tem que ir na árvore de skills de vidente e pegar essa habilidade gastando 3 pontos + os pontos das outras habilidades até chegar a essa que você precisa e também da habilidade de Dardos do Sono (acho que você vai ter que passar por essa habilidade mas...). A habilidade dos Dardos do Sono é necessário para botar os animais para dormir (óbvio) e ao fazer isso, vocês devem chegar perto dos animais e apertar o botão e domesticar eles.
Notas: Não é possível domar cobras, os animais podem morrer e não voltar mais.
Dica: Dome leões, o primeiro que você doma você vai ganhar um troféu/conquista por isso e leve um para um conflito com crocodilos.

3 -) Como que consigo desbloquear o traje do Aguilar?

  Você tem que ter uma conta no Twitch Prime e para isso você tem que ter um cartão válido para compras e assinar o serviço, mas felizmente você pode assinar de graça por 6 ou 7 dias. Mas aviso que você DEVE desativar a assinatura depois que desbloquear o traje, pois depois do limite do serviço de graça, ele passa a ser pago e o serviço vai te cobrar a cada mês.
OBS: Um curtidor da Masyaf News perguntou se o traje continua depois que cancela a assinatura: A resposta é que sim, continua.

4 -) Como que se tira o capuz do Bayek?

  Vá no menu de inventário, depois na categoria de trajes, mova o cursor para cima do traje equipado (sem entrar na categoria) e logo em seguida aperte o botão que aparece, no PS4 você tem que apertar o triângulo.


5 -) Tem tempo presente e quem é o protagonista?

  Sim, tem! O nome DA protagonista é Layla e mais que isso eu não posso dizer, a única coisa que posso dizer é que ela é uma personagem jogável e em terceira pessoa.


6 -) A Amunet aparece no jogo? Porque até onde eu sei ela era do Egito e da mesma época que a Cleópatra!

  Sim, aparece! Mas eu vou evitar os spoilers porque pode ser surpreendente, mas caso vocês queiram realmente saber, vá em uma postagem que eu fiz sobre ela aqui no blog.

7 -) (Essa pergunta não apareceu em nenhum grupo mas talvez possa ser útil para alguns novatos na franquia) Eu preciso ter jogado os anteriores para jogar esse? Até porque ele é uma origem, como diz o nome.

  Mas é claro! O entendimento da história dos tempos modernos é essencial para os próximos jogos depois do primeiro game, mesmo sendo uma personagem nova.
  A ordem dos jogos cronológicos são: AC 1, 2, Brotherhood, Revelations, III, Black Flag, *Rogue*, Unity e Syndicate.
  O Rogue pode ser considerado um Spin-Off. Evite de jogar a trilogia Chronicles e o Liberation durante a maratona para chegar logo no Origins, pois eles são Spin-Offs e não acrescentam nada dos tempos modernos.
  Lembre que o que vale não é só o tempo dos antepassados, o foco da franquia é os tempos modernos com os efeitos das guerras entre Templários e Assassinos no tempo atual, a busca dos pedaços do Éden da Abstergo e dos Assassinos modernos.

8 -) Como que eu coloco o cabelo e a barba no Bayek? (Dica do Danilo Oliveira no Facebook)

  Você tem que ir no menu de equipamentos e ir na categoria de trajes, lá você deve apertar os botões (R2 + Triângulo/L2 + Triângulo), isso no Playstation 4, nos outros consoles vocês devem apertar os botões equivalentes (mira de arco/R2 ou o ataque forte/L2). Uma coisa a se destacar é que o cabelo e a barba somem depois de uma viajem rápida ou quando o Bayek morre.


[ESSE ARTIGO PODE SOFRER MUDANÇAS E NOVAS PERGUNTAS PODEM APARECER!] E VOCÊS PODEM MANDAR PERGUNTAS, AQUI NO BLOG OU NA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK!


terça-feira, 31 de outubro de 2017

Afinal, os Assassinos realmente existiram?

Um dos resultados de uma franquia encantadora como Assassin’s Creed é a sua verossimilhança, o que deixou muitos fãs com a seguinte indagação: os Assassinos foram reais?
A primeira menção sobre os Assassinos digna de observação pode ser encontrada na obra Saladin and the fall of the kingdom of Jerusalem (sem tradução para o português), escrita pelo arqueólogo britânico Stanley Lane-Poole. O livro biográfico sobre Saladino narra a origem dos Hashashins – que, nas línguas árabe e persa significa “Assassinos” – uma Ordem originada na Síria em 1094 sob o comando do filósofo e missionário persa Hassan-i Sabbah que tinha como objetivo sufocar as insurreições religiosas provocadas principalmente pelos Templários em Jerusalém e suas cidades vizinhas. A sede dos Assassinos seria o resistente forte de Alamut (existente até os dias de hoje), semelhante ao apresentado em Masyaf pela franquia.
O que deveria ser apenas um grupo de resistência contra a influência dos Guerreiros de Deus se tornou uma organização séria e de padrões morais únicos. Assassinatos de alvos-chave e missões de espionagem começaram a fazer parte do cotidiano desses dissidentes, porquanto Hassan-i começava a obter notoriedade política. Por sua vez, é um erro acreditar que todos na Ordem eram, automaticamente, Assassinos – apenas a elite de guerreiros da Ordem obtinha essa honra. Quem observou este fato foi o estudioso medievalista Charles Nowell, em um artigo de jornal norte-americano de 1947.

O Forte de Alamut: inspiração para a sede dos Assassinos em Masyaf.
Por sua vez, o imaginário acerca dos Assassinos obteve melhor forma em 1938, quando o austro-húngaro Vladimir Bartol lançou seu romance histórico Alamut. Esta obra provavelmente foi muito bem estudada pelos produtores, dado que detalha como era a vida dos Assassinos dentro do forte de mesmo nome. O detalhe que apresenta grande alusão à obra, porém, é a máxima dos Assassinos citada por Bartol: “Nada é verdade, tudo é permitido”.
A saga de Assassin’s Creed pode ser vista como uma representação histórica bastante convincente, embora, conforme a história nos mostra, os Templários tenham perdido força durante os séculos XI e XII com a perseguição da Igreja Católica. Por sua vez, o pretexto de uma Ordem oposta a dos Assassinos deu margem a uma infinidade de opções para os criadores do jogo, que estenderam a trama para o passado da Ordem (com Origins) e seu distante futuro com as tramas em época atual. Embora a partir do segundo game a disputa entre Assassinos e Templários perdure, não foi sem anos de pesquisa minuciosa que os historiadores da Ubisoft conseguiram obter elementos presentes em cada respectivo tempo representado pelos diversos títulos da franquia.

Cássio Remus de Paula
Historiador dos games